O contrato de Dorival Júnior com o São Paulo vai até o fim de 2026, e a renovação, segundo a imprensa, nem sequer foi discutida. Com a eleição presidencial marcada para dezembro e a situação ainda sem candidato definido, a tendência é que o futuro do treinador só seja decidido pela próxima gestão.
Contrato até dezembro e conversa parada
Dorival é elogiado pelo desempenho em meio à crise vivida pelo clube. Ainda assim, não há negociação aberta. O próprio treinador já admitiu que sua permanência depende da avaliação de quem comandar o São Paulo a partir de 2027. Se não houver acordo, ele pode terminar a temporada sem vínculo renovado.
Críticas ao CT geraram mal-estar
Depois da vitória sobre o Vitória, Dorival afirmou que o clube tem “três campos e nenhum deles está em condições adequadas para treinarmos”. Ele também relacionou parte das lesões à qualidade dos gramados do CT da Barra Funda. Segundo a imprensa, a diretoria considerou que a fala foi pública demais e veio em momento inoportuno, o que provocou desgaste interno.
Um cenário político ainda indefinido
A eleição ocorre em duas etapas. A de conselheiros está prevista para o fim de novembro, e a presidencial, para a primeira quinzena de dezembro, definindo o comando do clube no triênio 2027 a 2029. A oposição já inscreveu a chapa de Marcelo Portugal Gouvêa, com Eduardo Alfano Vieira como vice. A situação, por sua vez, ainda procura um nome. Por isso, a decisão sobre a comissão técnica fica na prática suspensa até a definição do pleito.
Momento dentro de campo
Em campo, o time reagiu. Com a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco no sábado (17), o Tricolor chegou a 42 pontos e subiu para a 8ª colocação do Brasileirão. A sequência segue com o Mirassol, no sábado (24), às 16h30, o Bahia, na quarta-feira (28), às 21h30, e o Corinthians, em 4 de novembro, às 21h30.
Com informações de Tribuna de Jundiaí, ISTOÉ e Gazeta Esportiva.
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