O futuro de Cauly no São Paulo está praticamente definido. Emprestado pelo Bahia até 31 de dezembro de 2026, o meia não deve ter a compra ativada, porque a meta de jogos prevista no contrato não pode mais ser atingida nas rodadas que restam do Brasileirão, segundo a Gazeta Esportiva.
Como funciona o acordo
O empréstimo foi fechado em fevereiro por 500 mil euros (cerca de R$ 2,8 milhões), valor abatido de uma dívida do Bahia com o São Paulo pelas transferências de Rodrigo Nestor e Michel Araújo. O contrato previa a obrigação de comprar 50% dos direitos econômicos por 2 milhões de euros (cerca de R$ 11,2 milhões) caso Cauly atuasse por 45 minutos ou mais em pelo menos 25 jogos.
Por que a meta não será batida
Até a publicação da matéria, em 15 de outubro, o meia tinha 15 partidas dentro desse critério. Com sete rodadas restantes depois da vitória sobre o Vasco, mesmo que jogasse todos os jogos por inteiro, ele não chegaria a 25. Também ficou de fora a segunda meta, de mais 500 mil euros por 25% dos direitos, que dependia de 40 jogos nessas condições.
Cauly soma 24 jogos pelo São Paulo e um gol, de pênalti, contra o Coritiba. Perdeu espaço com Dorival Júnior e não entra em campo desde 12 de setembro.
O que diz o Bahia
O diretor esportivo do Bahia, Cadu Santoro, afirmou que seria difícil Cauly atingir o objetivo. Se isso se confirmar, a tendência é que o jogador volte ao clube baiano para a pré-temporada, a menos que o São Paulo ou outra equipe apresente uma proposta.
O que vem pela frente
O São Paulo volta a campo no sábado (24), às 16h30, contra o Mirassol, e enfrenta o próprio Bahia na quarta-feira (28), às 21h30, na Arena Fonte Nova. Resta saber se o meia ganhará minutos nos dois jogos ou se terminará o ano como reserva, em um empréstimo que, no fim, economiza ao clube o desembolso de milhões de euros.
Com informações de Gazeta Esportiva, Tribuna de Jundiaí e SPFC.net.
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