Quando a bola rolar em Mirassol, neste sábado (24), às 16h30, o São Paulo de Dorival Júnior terá sete jogos pela frente no Brasileirão, ou 21 pontos em disputa. Com 42 pontos em 31 partidas, o Tricolor é o 9º colocado, e a matemática ajuda a entender o que ainda é possível na reta final.
O retrato da campanha
São 12 vitórias, 6 empates e 13 derrotas, o que dá um aproveitamento de cerca de 45%. É um desempenho de meio de tabela, sustentado pelo Morumbis: o clube tem 69% de aproveitamento em casa e apenas 20% fora, segundo o site Valor Final. O time que rende tão pouco longe de casa precisa justamente viajar neste sábado.
O que a conta permite
O título já está matematicamente fora de alcance: mesmo vencendo os sete jogos restantes, o São Paulo chegaria a 63 pontos, menos do que Flamengo e Palmeiras já somam. A vaga direta na Libertadores também é remota, com probabilidade inferior a 1% nas simulações do mesmo site. O cenário mais provável é a Sul-Americana, com projeção de cerca de 51 pontos.
Do outro lado, o risco de rebaixamento é de apenas 0,1% pelo modelo. A reta final, portanto, não será decidida por medo de queda nem por sonho de título, e sim por posição e por ritmo para 2027.
Os fatores de ataque
Calleri chegou a 16 gols na temporada, 10 deles no Brasileirão, e Luciano tem um a menos na competição, de acordo com a Gazeta Esportiva. Com Calleri fora hoje por dores no joelho esquerdo, Dorival precisa achar gols em outras fontes. A sequência é curta e exigente: depois do Mirassol, vêm o Bahia, na quarta-feira (28), às 21h30, e o Corinthians, na quarta-feira (4/11), às 21h30.
Como ler os números
Cada vitória fora de casa pesa mais na projeção, porque é justamente onde o time rende menos. Se o São Paulo somar três pontos em Mirassol, a chance de superar os 51 pontos projetados cresce. Se perder, a pressão se transfere para os jogos seguintes.
Com informações de Gazeta Esportiva e Valor Final. As probabilidades são estimativas de modelo de simulação, não previsões.
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