O futuro de Dorival Júnior no São Paulo segue ligado ao resultado da eleição presidencial do clube, prevista para a primeira quinzena de dezembro. Depois do empate por 1 a 1 com o Mirassol, no sábado (24), o treinador reforçou que a decisão sobre 2027 não é dele, segundo a Gazeta Esportiva.
Contrato curto e decisão na próxima gestão
Dorival voltou ao Tricolor em maio de 2026, em sua terceira passagem, com vínculo que vai até o fim da gestão de Massis, ou seja, até o fim deste ano. Na entrevista, ele afirmou: “meu trabalho vai até dia 31 de dezembro de 2026”. O treinador deixou claro que a escolha do comandante para a temporada seguinte caberá ao novo presidente, que terá autonomia para decidir.
Em declaração anterior, em 18 de outubro, Dorival já havia dito que o próximo presidente não tem obrigação de renovar com ele. Também comentou que, se continuar, será um prazer, e que prepararia um material de transição de qualquer forma, independentemente do desfecho.
Bastidores e aposta na base
Dorival disse ter procurado separar os problemas extracampo do trabalho com os jogadores. Segundo ele, houve situações em que interveio para preservar o ambiente, e a orientação é discutir cada problema logo, para que não cresça.
O treinador também afirmou que mais jogadores da base devem ser aproveitados até o fim do ano e que a categoria de base terá ainda mais espaço a partir da próxima temporada. O discurso conversa com a bandeira da oposição, cuja chapa é encabeçada por Marcelo Portugal Gouvêa e defende fortalecer as categorias de base. A situação, até o último levantamento publicado aqui, seguia sem candidato definido.
O que vem pela frente
Enquanto a política não se resolve, o time segue na rotina de jogos. O São Paulo visita o Bahia na quarta-feira (28), às 21h30, na Arena Fonte Nova, em Salvador, pela 33ª rodada do Brasileirão. Até a eleição, a tendência é que o planejamento de 2027 siga em compasso de espera.
Com informações de Gazeta Esportiva.
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