Com a temporada entrando na reta final, o São Paulo tem uma pendência importante no elenco: o futuro de Lucas Moura. O contrato do atacante termina em dezembro, e a renovação segue em banho-maria, segundo a Gazeta Esportiva.
Por que a conversa está parada
Segundo a Gazeta Esportiva, em reportagem de 13 de outubro, a diretoria adia a decisão por três motivos. O primeiro é a indefinição na presidência: a gestão de Harry Massis não quer comprometer o próximo mandatário, e a eleição está prevista para a primeira quinzena de dezembro. O segundo é o salário, um dos maiores do elenco. O terceiro é a lesão: Lucas rompeu o tendão de Aquiles em 3 de maio, e as partes combinaram retomar o assunto só depois da recuperação total.
O jogador já voltou
A recuperação andou mais rápido que o previsto. Lucas voltou aos gramados antes do esperado e é visto internamente como reforço para o fim do ano, de acordo com a reportagem. Ele tem sido citado por Dorival Júnior ao lado de Luciano e Calleri: o técnico afirmou que vê mais coisas positivas do que negativas no trio, segundo a Gazeta Esportiva.
O que Lucas quer
O atacante já avisou que, se nada for decidido, ficará livre em janeiro. A reportagem aponta que ele aceitaria reduzir o salário para permanecer, desde que o clube apresente um projeto esportivo que o motive. Lucas já pode assinar pré-contrato com outros clubes, por estar a menos de seis meses do fim do vínculo.
O contraste com Calleri e a zaga
O caso de Lucas contrasta com o de Calleri, que teve o contrato renovado até o fim de 2028, com possibilidade de extensão até 2029 se metas esportivas forem cumpridas, conforme anunciado em 14 de agosto. Na defesa, o clube segue sem Domingos Duarte, que se recupera de cirurgia no ligamento cruzado do joelho direito e só volta na próxima temporada. Com Sabino suspenso para o clássico com o Corinthians, em 4 de novembro, na Vila Belmiro, Rafael Tolói e o jovem Luis Osorio são as opções para a zaga.
O que vem pela frente
Sem presidente definido, a tendência é que a resposta sobre Lucas só apareça depois da eleição, o que deixa o jogador, por ora, em um limbo contratual. Até lá, o desempenho em campo nas últimas rodadas pode pesar na decisão.
Com informações de Gazeta Esportiva e CNN Brasil.
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