Poucos números ajudam tanto a entender o São Paulo de 2026 quanto o retrospecto do time com e sem Lucas Moura. Nesta sexta-feira (30), com o Majestoso marcado para quarta-feira (4), às 21h30, vale olhar para essa estatística e para o que mudou desde o retorno do atacante.
A diferença que salta aos olhos
Segundo levantamento publicado pela Gazeta Esportiva em 27 de setembro, quando Lucas ainda estava em recuperação, o Tricolor tinha disputado 17 jogos com ele em 2026, com 10 vitórias, 3 empates e 4 derrotas, o que dá 64,7% de aproveitamento. Nas 31 partidas sem o camisa 7, foram 10 vitórias, 11 empates e 10 derrotas, ou 44,1%. É importante lembrar que o recorte é daquela data e que o time jogou desde então.
O retorno e o fim do jejum
Lucas voltou no sábado (10 de outubro), quando entrou no segundo tempo da vitória por 2 a 1 sobre o Vitória, no Morumbis, depois de cerca de cinco meses afastado por causa da cirurgia no tendão de Aquiles. Naquela noite, o São Paulo chegou a 39 pontos e ao 9º lugar, oito pontos acima da zona de rebaixamento, segundo a Gazeta Esportiva.
Na derrota por 3 a 2 para o Bahia, na quarta-feira (28), na Fonte Nova, ele voltou a ser titular ao lado de Luciano e Calleri e, de acordo com a Gazeta Esportiva, encerrou um jejum de gols de oito meses no clube.
Onde a estatística tem limite
Números assim não provam causa e efeito, já que o recorte mistura adversários, momentos e desfalques diferentes. Ainda assim, a leitura tática é coerente: com Lucas, o time ganha mais um jogador capaz de receber entre linhas e ajudar Luciano e Calleri na criação.
O problema continua atrás. O Tricolor perdeu para o Bahia mesmo marcando duas vezes, e o próprio Dorival Júnior lamentou as bolas aéreas e as falhas de atenção. Hoje o São Paulo soma 43 pontos e ocupa o 10º lugar, segundo a agenda da Gazeta Esportiva.
O que observar no Majestoso
A tendência, segundo a Gazeta Esportiva, é que o trio Lucas, Luciano e Calleri siga no ataque. Se o time reencontrar a eficiência dos jogos com Lucas em campo, o clássico pode ser um bom teste. Se a defesa repetir os erros de Salvador, nenhum gol de vantagem estará seguro.
Com informações de Gazeta Esportiva.
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